Mãos que levitam no mar nas silhuetas frenéticas de altares dispersos. Como o mar está frio...Como o mar sopra nas suas colinas. Porventura minha alma lhe pertence.
Sossego...De leve, bato no peito para relembrar o mar a furar as falésias. Ouvir o baú das lamentações. Mas...mas...mas....o que acontece no meio de um fuzilamento?...
Ai que saudades de flores dispersas a encher o meu quintal...
O perfume a escorrer na pele sombreada. A pele branca de espuma do mar.
Mãos do meu desassossego...
Sossego...De leve, bato no peito para relembrar o mar a furar as falésias. Ouvir o baú das lamentações. Mas...mas...mas....o que acontece no meio de um fuzilamento?...
Ai que saudades de flores dispersas a encher o meu quintal...
O perfume a escorrer na pele sombreada. A pele branca de espuma do mar.
Mãos do meu desassossego...











