
O som a transbordar pelos véus escorridos da noite, ouço o chamar do oriente...Terra de ciclones, terramotos, brilho a elevar-se pelas subidas dos montes. O rasgo da terra, o odor do tempo, o cintilante olhar a penetrar, o canto da noite a violar o templo. Tudo imana na vastidão do último suspiro. É como a mágoa do tempo que descai na penumbra das trevas.
Esfrego a mãos de suor. Penso e repenso de como um traço pode fazer a diferença. De como os pontos de chamas fúnebres renascem; até que tudo volta a entrar em ciclos pantanosos.
A noite chama a sede num olhar vazio para eclipsar na maré da criação. Arde inferno...
Esfrego a mãos de suor. Penso e repenso de como um traço pode fazer a diferença. De como os pontos de chamas fúnebres renascem; até que tudo volta a entrar em ciclos pantanosos.
A noite chama a sede num olhar vazio para eclipsar na maré da criação. Arde inferno...
O caos da mente reluz na escuridão.
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