>Intellibuddy: Hi, I'm Intellibuddy! Nice to meet you.
>You: hi, i'm sheik Mohamed Sayed Tantaui
>Intellibuddy: Hi there User. I am glad to hear that you are sheik Mohamed Sayed Tantaui.
>You: i know you are
>Intellibuddy: How did you know?
>You: because i'm a sheik
>Intellibuddy: Good reason. You are a sheik? How do you like your work?
>You: i love to insult those pityful infidels
>Intellibuddy: I'm not sure if I would like to insult those pityful infidels. What's it like?
>You: nice
>Intellibuddy: Thank you for that remark.
>You: do you want to conquer the world with me?
>Intellibuddy: With you huh. OK, I will conquer the world.
>You: you take over the internet and i'll blow up the infidels, ok?
>Intellibuddy: OK. Yes I take over the internet and he or she will blow up the infidels.
>You: i'm a male sheik you mindless zombie
>Intellibuddy: So is almost everyone else around here.
>You: then, after you have taken control of the internet, you'll have a body so you can smash those stupid americans skulls
>Intellibuddy: Good reasoning. Women must adore you.
Acho que gosto da IA...
segunda-feira, maio 30, 2005
sexta-feira, maio 27, 2005
Encontros
Um encontro entre um homem e uma mulher.
- Adoro ver homens a conduzir. Tens automóvel?
- Tenho...

- Moras num apartamento?
- Sim...

- Tens uma casa no campo?
- Naturalmente...

- Gosto de homens com músculo. Tens uns bons bicípites. Pareces uma escultura...
- É preciso cuidar do físico...

- Adoro viajar! Conhecer novas culturas. Apreciar novas paisagens...E tu, o que gostas de fazer?
- Gosto de sexo...
- És uma pessoa muito inteligente e madura. Tens automóvel, apartamento, casa no campo...
- Adoro ver homens a conduzir. Tens automóvel?
- Tenho...

- Moras num apartamento?
- Sim...

- Tens uma casa no campo?
- Naturalmente...

- Gosto de homens com músculo. Tens uns bons bicípites. Pareces uma escultura...
- É preciso cuidar do físico...

- Adoro viajar! Conhecer novas culturas. Apreciar novas paisagens...E tu, o que gostas de fazer?
- Gosto de sexo...
- És uma pessoa muito inteligente e madura. Tens automóvel, apartamento, casa no campo...
Acordar, Adormecer, Morrer, Renascer ....
Acordar com o dia a lacrimejar,
Adormecer com a folhagem desprendida,
Acordar com o meu mundo a meus pés,
Adormecer com os ombros no peito,
Acordar sem poder tocar o meu rosto,
Adormecer serpenteando as fúnebres asas,
Acordar com a água a escorrer pelos cabelos,
Adormecer sem ter visto a geada,
Acordar com a vontade de contorcer,
Adormecer com o mar a engolir-me.
Acordar num ramo cego,
Acordar como um fantasma desgostoso,
Adormecer a esculpir as chamas,
Acordar a levantar o pó,
Acordar na cruel farda da pele.
Morrer nas falésias do tempo,
Renascer num sopro de um fôlego,
Morrer num toque de solidão,
Renascer em gotas de arco-íris,
Morrer num vómito,
Renascer num caixão sepultado...
A tampa do caixão levanta-se, a pele branca do véu da escuridão cobre a moldura...Suavemente desliza pela calçada. O poder consciente da sede imana dos poros do tempo...
"...You're a beast, evil one
Above your head lays a Star
In your heart is buried the jewel
of a Serpent who wished to die
your red long tongue has her poison
And you will spread it as you breed
Conceiving the creed of all creeds..."
Moonspell - Wolfheart - Vampiria
Adormecer com a folhagem desprendida,
Acordar com o meu mundo a meus pés,
Adormecer com os ombros no peito,
Acordar sem poder tocar o meu rosto,
Adormecer serpenteando as fúnebres asas,
Acordar com a água a escorrer pelos cabelos,
Adormecer sem ter visto a geada,
Acordar com a vontade de contorcer,
Adormecer com o mar a engolir-me.
Acordar num ramo cego,
Acordar como um fantasma desgostoso,
Adormecer a esculpir as chamas,
Acordar a levantar o pó,
Acordar na cruel farda da pele.
Morrer nas falésias do tempo,
Renascer num sopro de um fôlego,
Morrer num toque de solidão,
Renascer em gotas de arco-íris,
Morrer num vómito,
Renascer num caixão sepultado...
A tampa do caixão levanta-se, a pele branca do véu da escuridão cobre a moldura...Suavemente desliza pela calçada. O poder consciente da sede imana dos poros do tempo...
"...You're a beast, evil one
Above your head lays a Star
In your heart is buried the jewel
of a Serpent who wished to die
your red long tongue has her poison
And you will spread it as you breed
Conceiving the creed of all creeds..."
Moonspell - Wolfheart - Vampiria
quinta-feira, maio 26, 2005
1Cêntimo. Um empecilho ou uma arma?
Todos vocês já se deparam com a fantástica inutilidade desta moeda, pois não dá para comprar absolutamente nada! Mas que fazer com ela? Carregá-la em grandes quantidades na carteira apenas e unicamente para nos fazer peso, até chegar o raro momento em que alguém nos apresenta uma conta do género: “- São x € e 7 cêntimos por favor”. E aí, nesse derradeiro instante, lançamos com toda a pujança 7 bestiais moedas de 1 mísero cêntimo. Não! Recusem este fétido destino a tão incompreendido objecto! O 1 cêntimo não é para pagar mas sim para arremessar! Os cêntimos são o que se chama na gíria britânica, uns crawd loveres! Em vez de se tentarem livrar à toda a força deles, guardem-nos carinhosamente no vosso lar, e quando o momento certo chegar lancem um bom molho a toda a força! Tornarão um objecto inútil num conjunto de máquinas eficientes de dor aguda! E com sorte até em instrumentos perfurantes de testas! Já devem estar as vossas mentes ávidas de violência gratuita a congeminar qual o momento certo! Mas permitam-me deixar-vos umas pequenas dicas. O local que mais me agrada para utilização desta simples técnica, é nos patéticos “jogos” promovidos e sustentados pelo lenocínio em que a multidão de enganadinhos abandonam o antro de balúrdios mal empregues, e que muitos se encontram descontentes com o desfecho da história, transmitem a sua impaciência à enorme fila. Aí vocês podem descarregar as vossas baterias! Para longe! Deixem a cinética, a gravidade e o acaso tratarem de tudo! Todos os atingidos nada poderão fazer senão queixar-se e resignara-se às preces de que essa seja a ultima salva. Divertido não é?
Fica aqui mais um apontamento, espero que se aproveitem ao máximo dele!
Fica aqui mais um apontamento, espero que se aproveitem ao máximo dele!
terça-feira, maio 24, 2005
Amargos Contornos
Momentos devastados
Quentes, húmidos, encostados...
Mantos caídos em cantos abastados
Todos fornicados.
Entristecido em cemitérios,
Galopantes murmúrios,
As flores correm nos rios
Dispersas nos desertos de raios.
A drenar o horizonte
Na claridade da cavidade do monte,
Esvaziar o desassossego na escuridão
Para repousar em união...
Momentos devastados
Quentes, húmidos, encostados...
Mantos caídos em cantos abastados
Todos fornicados.
Entristecido em cemitérios,
Galopantes murmúrios,
As flores correm nos rios
Dispersas nos desertos de raios.
A drenar o horizonte
Na claridade da cavidade do monte,
Esvaziar o desassossego na escuridão
Para repousar em união...
Para todos os Benfiquistas que ainda não sabem o Hino

Sou do Benfica
E isso me envaidece
Tenho a genica
Que a qualquer engrandece
Sou de um clube lutador
Que na luta com fervor
Nunca encontra rival
Neste nosso portugal
Ser Benfiquista
é ter na alma a chama imensa
que nos conquista
e leva à alma a luz intensa
do sol que lá no céu
risonho vem beijar
com orgulho muito seu
as camisolas berrantes
que nos campos a vibrar
são papoilas saltitantes
Cantada por: Luís Piçarra
VIELAS!!!
Nas vielas escondidas, o tempo corre. É preciso escolher um presidente bom e capaz. Uma pessoa que seja versátil, com carisma, com determinação e que saiba aceitar todas as opiniões. Organizem as massas, ponham-nas em fila, limpem a mente de cada indivíduo impuro. Façam algo pela humanidade!
Cada indivíduo que armadilhe o sistema seja regenerado. Se não for possível que seja reciclado. Se não for possível que seja eliminado. Se não houver tempo, a ultima opção é a mais viável. Que seja seguida sem pestanejar.
Se não tens ideais, regras, normas ou princípios, tente suicidar-se. Mas faça de forma a não interferir com a comunidade e de forma a não sujar o ecossistema.
Em último recurso tente revoltar-se para criar uma nova ordem. Ou tente não entrar em comunidade nenhuma (vive o seu próprio martírio). Ou tente entrar numa comunidade para propagar o seu vírus. Ou faça como toda a gente faz, alimente-se do sistema deixando sugar a sua mente para a periodicidade do abismo.
Esqueça que exista e verá que se tornará alguém para ninguém. O cheiro da putrefacção do imperialismo insuflável.
Cada indivíduo que armadilhe o sistema seja regenerado. Se não for possível que seja reciclado. Se não for possível que seja eliminado. Se não houver tempo, a ultima opção é a mais viável. Que seja seguida sem pestanejar.
Se não tens ideais, regras, normas ou princípios, tente suicidar-se. Mas faça de forma a não interferir com a comunidade e de forma a não sujar o ecossistema.
Em último recurso tente revoltar-se para criar uma nova ordem. Ou tente não entrar em comunidade nenhuma (vive o seu próprio martírio). Ou tente entrar numa comunidade para propagar o seu vírus. Ou faça como toda a gente faz, alimente-se do sistema deixando sugar a sua mente para a periodicidade do abismo.
Esqueça que exista e verá que se tornará alguém para ninguém. O cheiro da putrefacção do imperialismo insuflável.
segunda-feira, maio 23, 2005
Full Moon

O som a transbordar pelos véus escorridos da noite, ouço o chamar do oriente...Terra de ciclones, terramotos, brilho a elevar-se pelas subidas dos montes. O rasgo da terra, o odor do tempo, o cintilante olhar a penetrar, o canto da noite a violar o templo. Tudo imana na vastidão do último suspiro. É como a mágoa do tempo que descai na penumbra das trevas.
Esfrego a mãos de suor. Penso e repenso de como um traço pode fazer a diferença. De como os pontos de chamas fúnebres renascem; até que tudo volta a entrar em ciclos pantanosos.
A noite chama a sede num olhar vazio para eclipsar na maré da criação. Arde inferno...
Esfrego a mãos de suor. Penso e repenso de como um traço pode fazer a diferença. De como os pontos de chamas fúnebres renascem; até que tudo volta a entrar em ciclos pantanosos.
A noite chama a sede num olhar vazio para eclipsar na maré da criação. Arde inferno...
O caos da mente reluz na escuridão.
sábado, maio 21, 2005
Dança do infiel ocidental
.Não sei porquê, mas isto faz-me lembrar a dança do ventre. Um bocado am(e)(a)ric(a)(niza)da...
sexta-feira, maio 20, 2005
J.L.P..
A tolerante melancolia levou-me para cima duma mesa. Circunscrevi o espaço, baloucei sobre as armaduras. O murmúrio do abatimento das vestes descaíam nos cortinados da sepultura. Tudo renascia na nudez, no enrolamento do perfume...O canto das profundezas chamava-me para vislumbrar.
- Toca!
- O ópio do arrependimento?
Carícia rasgada num tornado. É como se os restos, de costas mergulhados se revoltassem, e chamassem pelo eco. O renascimento a partir do esquecimento.
“Existe qualquer coisa fria na realidade desta manhã” – José Luís Peixoto
- Toca!
- O ópio do arrependimento?
Carícia rasgada num tornado. É como se os restos, de costas mergulhados se revoltassem, e chamassem pelo eco. O renascimento a partir do esquecimento.
“Existe qualquer coisa fria na realidade desta manhã” – José Luís Peixoto
quinta-feira, maio 19, 2005
Pó nas arribas

Ás vezes existe traços que são alcançáveis mediante a apresentação de um cartão de visita. Olha-se nos olhos e pergunta-se ao véu de entrada se vale a pena não entrar. A pergunta acaba por ser irrelevante, a partir do momento que se deseja entrar. A resposta sem sentido.
Nas montanhas em que se sobe, dispersa no vento, que culmina no meio do altar, prova-se, mas acaba por não ter sentido estar. O gelo de sentir que a vitória não será possível, mediante apenas o simples querer. O mais drástico é quando se observa que já se está completamente de braços caídos.
- Queres a minha mão?
- Quero...Mas como seguro nela?!...
Num flagelo da mente rebusco a meta, aquela circuncisão a resvalar num convento...Talvez uma catedral com os seus demónios a rejuvenescer a minha pele...Mas prefiro o canto da escuridão...A visita inesperada de ter saciado a sede. De ter humedecido os meus olhos num pequeno canto da cidade. Preciso de ouvir poemas nas trevas do meu pensamento...
Nas montanhas em que se sobe, dispersa no vento, que culmina no meio do altar, prova-se, mas acaba por não ter sentido estar. O gelo de sentir que a vitória não será possível, mediante apenas o simples querer. O mais drástico é quando se observa que já se está completamente de braços caídos.
- Queres a minha mão?
- Quero...Mas como seguro nela?!...
Num flagelo da mente rebusco a meta, aquela circuncisão a resvalar num convento...Talvez uma catedral com os seus demónios a rejuvenescer a minha pele...Mas prefiro o canto da escuridão...A visita inesperada de ter saciado a sede. De ter humedecido os meus olhos num pequeno canto da cidade. Preciso de ouvir poemas nas trevas do meu pensamento...
Ouvirei "morreste-me"...Talvez as arribas estejam imersas em pó...
quarta-feira, maio 18, 2005
terça-feira, maio 17, 2005
segunda-feira, maio 16, 2005
Mãos que levitam no mar nas silhuetas frenéticas de altares dispersos. Como o mar está frio...Como o mar sopra nas suas colinas. Porventura minha alma lhe pertence.
Sossego...De leve, bato no peito para relembrar o mar a furar as falésias. Ouvir o baú das lamentações. Mas...mas...mas....o que acontece no meio de um fuzilamento?...
Ai que saudades de flores dispersas a encher o meu quintal...
O perfume a escorrer na pele sombreada. A pele branca de espuma do mar.
Mãos do meu desassossego...
Sossego...De leve, bato no peito para relembrar o mar a furar as falésias. Ouvir o baú das lamentações. Mas...mas...mas....o que acontece no meio de um fuzilamento?...
Ai que saudades de flores dispersas a encher o meu quintal...
O perfume a escorrer na pele sombreada. A pele branca de espuma do mar.
Mãos do meu desassossego...
Subscrever:
Mensagens (Atom)









