quinta-feira, novembro 17, 2005

Presidenciais Saudaveis


Devia haver um referendo sobre a obrigatoriedade da apresentação de um boletim com a estimativa de vida do candidato presidencial.

quarta-feira, novembro 16, 2005

Orquestada a farsa judia para o Iraque

Os Judeus,
pela mão das suas imbecis marionetas yankees,
começarem o tão apelidado "julgamento"...
da minha pessoa no passado mês de Outubro!

Para "acusação" tiveram que escolher durante mais de um ano que caso apresentar,
pois eram as mãos dos infiéis que estavam sempre por detrás, ou pela frente, das atrocidades...

Mas Iraquianos...

Fiquem sabendo pois, que os que por ALLAH estão, por ALLAH triunfarão!

Sim, porque a punição de Allah já começou!
Mesmo no bastião do apoio infiel...
por todo o sul da terra dos infiéis, sagrados furacões assolam sem descanso
aqueles que são e representam, o apoio à agressão do povo de Iraquiano...

Os infiéis esqueceram-se do maior aliado do povo iraquiano...ALLAH!!

Mas nós não esquecemos!

ALLAH AKBAR !!
ALLAH AKBAR !!


As máquinas de propaganda ocidentais, já nem passaram o respeito que até os meus captores me guardam...

Eles no fundo sabem quem é o seu líder, quem é o sempre triunfante Presidente do Iraque...

A liberdade do povo iraquiano já esteve mais longe!

Mujahedins, continuem a luta da liberdade do povo Iraquiano!
Os infieis passaram à defensiva!...
Apesar do que as suas máquinas de propaganda ainda tossem...


Mais de 2 milhares de infiéis abatidos e a taxa de baixas aumenta constantemente!...
Milhares de infiéis feridos!
Milhões gastos com a sua infiel guerra, que os vai levar a ruptura económica, e a sua desgraça!...

Tende esperança, que esta orquesta judia montada para o Iraque vai acabar em dissabor
para os infiéis...
Um desfacho que representará o príncipio do fim do infiel nas sagradas terras de Allah...


Tal como ha 3 anos atrás...
As minhas palavras permanecem as mesmas:

ALLAHU AKBAR,
ALLAHU AKBAR,
ALLAHU AKBAR...

terça-feira, novembro 15, 2005

O PRESIDENTE

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A entrevista de Cavaco Silva à TVI dificilmente lhe poderia ter corrido melhor. Queria falar do futuro, não queria falar do passado. Perante a insistência da entrevistadora em questioná-lo acerca do passado atirou-lhe com os 4% de crescimento médio do PIB durante os 10 anos em que foi primeiro-ministro, com os 6 acordos de concertação social assinados com os sindicatos e com a conquista de quota de mercados externos. Os portugueses já o conhecem. Quer ser um agente mobilizador da sociedade civil para vencer os grandes desafios que a modernidade coloca a Portugal. Falou longamente do seu conhecimento do Mundo actual. Quer ser um presidente activo e cooperante com o Governo e a Assembleia da República. Quer comprir a Constituição e fazê-la cumprir. Quer lutar contra a corrupção. Disse ser um homem de palavra, um homem que cumpre as suas promessas: o seu manifesto. Ele próprio o escreveu, não o encomendou. Como candidato com fortes hipóteses de ganhar a corrida presidencial teve uma postura responsável e segura. Consegui a proeza de não referir uma única vez o nome dos outros candidatos, uma autêntica maldade...! Cavaco sabe que vai ganhar...

quarta-feira, novembro 09, 2005

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O Ministério da Defesa Nacional atribuiu 20 mil euros à Fundação Mário Soares para estudos sobre Missões de Paz. O candidato à Presidência da República Mário Soares considera "perfeitamente natural" que o Estado subsidie a Fundação com o seu nome.

VASCO GRAÇA MOURA no DIÁRIO DE NOTÍCIAS

« em prejuízo de alguma complacência risonha, devem ser tratadas com a indispensável severidade as afirmações de Soares quanto ao seu currículo político, ao seu espírito humanista, ao seu sentido de solidariedade, à sua coerência, aos seus nove livros e às suas referências internacionais.

O seu currículo político encerrou-se por um desastre quando, em 1999, se obstinou em disputar a presidência do Parlamento Europeu e perdeu, sem glória e sem fair play. Desde então foi inócuo e decorativo. Mas já antes estava manchado pela parcialidade com que ele exerceu o seu segundo mandato, num crescendo de obstrução ao Governo.

Só dois casos, entre muitos em 1992, Soares fez fortes pressões sobre a UGT para impedir a concertação social, o que Torres Couto denunciou publicamente; em 1993, quis bloquear o plano de erradicação das barracas em Lisboa e no Porto.

A mesma acrisolada solidariedade humanista com que tentou impedir uma habitação condigna para os mais desfavorecidos, já o tinha também levado a negar a existência de fome em Setúbal, quando era primeiro-ministro e sabia do que ali se passava. Só muito mais tarde veio a reconhecer que as críticas do bispo de Setúbal eram legítimas.

Quanto à coerência estamos conversados depois das suas rábulas sem nome sobre a "ditadura da maioria" e de outras mais recentes, ele, que foi um medíocre primeiro-ministro antes de ter sido um presidente injusto, insinua agora que a chefia de um bom Governo é uma má qualificação para essas funções.

Depois, vem à baila a questão da Cultura.

Enquanto ele cultivava, por puro prazer e com o charme proverbial, os seus amigos escritores e artistas, Cavaco Silva reformava a Comunicação Social (apesar de Soares, o estrénuo paladino das liberdades, ter também boicotado quanto pôde a criação da televisão privada), lançava o Centro Cultural de Belém, a Casa de Serralves, a rede de leitura pública, a Comissão dos Descobrimentos, a reforma do sistema educativo; e também criava, sensível a uma intervenção directa de Luís Francisco Rebelo, um regime de IRS em benefício dos criadores culturais e obtinha em Bruxelas os primeiros fundos para se acorrer à recuperação do património cultural. Isto para dar só alguns exemplos de preocupações culturais sérias, de intervenções culturais ainda mais sérias e de abertura multidisciplinar e fecunda às questões da cultura.

Acaso o cultivado Soares alguma vez perdeu tempo com estas minudências?

Mas, e os nove livros?

Sem contar as suas cinco obras anteriores, uma delas editada em Nova Iorque e Londres, mais os quatro volumes de intervenções como primeiro-ministro, mais os seus artigos, que puseram levianas governações em estado de choque (coisa que jamais se passou com uma só linha escrita por Soares), o discreto Cavaco Silva escreveu livros bem mais importantes As Reformas da Década (1995); Portugal e a Moeda Única (1997), com significativo prefácio de Jacques Delors; União Económica e Monetária, Funcionamento e Implicações (1999); Crónicas de uma Crise Anunciada (2001); Autobiografia Política (2002) e Autobiografia Política-II (2004). Houve títulos que ultrapassaram os 170 mil exemplares.

Por eles se pode ver o que Cavaco Silva andava a fazer, enquanto Soares patrocinava buzinões e endereçava ditirambos alambicados "à son ami Mitterrand".

Esta figura sinistra, ligada ao Governo de Vichy, patrocinou pelo menos um acto de terrorismo de Estado em que morreu um cidadão português e não hesitou em colocar a máquina do Estado francês ao serviço dos seus interesses estritamente pessoais, incluindo a mais nauseabunda rede de escutas telefónicas aos seus próprios colaboradores, apenas com esse fim.

O autor desta sucessão de patifarias é a grande referência ética, política, internacional e humanista de Soares. Leiam-se os textos que lhe dedica a pp. 205 e seguintes de Intervenções - 10 (1996).

Cavaco Silva, que faz parte do Clube de Madrid para a transição e consolidação democrática e da restrita Global Leading Foundation para aconselhamento político ao mais alto nível dos países com problemas, sempre seria ouvido com o maior respeito no Grupo Billerberg, ou em Davos, ou no G7, ou na OMC, lá, onde

Soares hoje só teria lugar "cá fora", num chinfrim protestatário contra tudo e contra todos. Soares já tinha idade para saber que não é assim que se luta contra um adversário a quem ele devia agradecer a maior parte da visibilidade que teve enquanto foi presidente. »

terça-feira, novembro 08, 2005

Sampaio Vs Presidente Cavaco 1º Round Lições em Ecónomia

"Jorge Sampaio diz que temos de fabricar auto-estima" no Dn 08/11/05

Deve ser para exportar para a França...

COMO ULTRAPASSAR OS OBSTÁCULOS

Decapitação !


Contra o terrorismo organizado, planeia-se o terrorismo decapitado. Um terrorismo baseado em cocktails, gripes, encontros de limas encapuçadas, enfim, na decadência de fugas imaginárias do terror puro. Se a cor de culturas não pode ser evitado, o acto de encadear elos sem história pode ser sempre o ultimo enfeite de decorar as ruas com o calor gelado do Inverno. Podemos até de outra forma deixar de repavimentar nossos corpos pelo medo de pseudo fantasmas que nos cobrem os rostos, mas as longas vestes serão sempre bases para a razão com o seu fundamento social. Criem nuvens de ossadas, criem a decapitação do fogo, mas nunca criem o que já foi criado: o esmagamento do futuro!!!

segunda-feira, novembro 07, 2005

Il fait mauvais!

quarta-feira, novembro 02, 2005

segunda-feira, outubro 24, 2005

MESSIAS



Cavaco Silva em "O Inevitável"

domingo, outubro 23, 2005

Bófia

“O bófia empurrava-me, dizia para desandar. Não podia compreender porquê, quis-lhe perguntar. O bófia sacou do cacetete e deu-me com ele 1! 2! 3 vezes nos crostádios! Senti um choque eléctrico a percorrer o meu corpo! Uma humilhação que não podia ficar impune! Não percebia porque é que ele me batia, quis-lhe perguntar mas o gajo continuava-me a dar cacetadas! E já outros bófias se aproximavam de cacetete na mão! Não ia ficar para ali especado, feito bombo da festa. Uma raiva surda trepava-me à cabeça! AHH! QUE RAIVA! Enquanto o ataco mandava-lhe uma joelhada aos tomates! Senti-os espalmar de ir encontro ao joelho! Já os outros bófias descarregavam sobre mim os seus cacetetes virados ao contrário. Senti uma dor de vertigem quando um me acertou na cara, percebi que a carne se rasgava e que um esguicho de sangue me inundava os olhos. Acertavam-me por todos os lados, mas não interessava. Já nada interessava!
Sede de… sangue!
Sede de… sangue!
Sede de… sangue!
Sede de… sangue!
Já nada interessava! A não ser aquele bófia agarrado aos tomates! Num último esforço disparo-lhe um pontapé à cara! Assim! De baixo para cima! PÁÁ! Senti a biqueira da bota entra-lhe pelas fuças dentro! Os ossos a quebrar! Os dentes a saltar! Eu babava-me e cuspi sangue… Senti o olho esborrachar-se sobre a biqueira da bota! Os outros bófias continuavam a descarregar sobre mim os seus cacetetes virados ao contrário! Mas eu já nada via! Só sangue! Dores! Sentia-me dobrar! Cair…!”

Mão Morta
Bófia
Revisitada

sexta-feira, outubro 21, 2005

sexta-feira, outubro 07, 2005



quinta-feira, setembro 22, 2005

Garbage Containers

Então, já com saudades de ler os apontamentos de um bom motim salteado, ligeiramente tostado e regado com muita violência?
Pois não desesperem, cá estou eu para vos ensinar mais uma lúdica técnica. A dos contentores do lixo! Não se surpreendam, é uma técnica muito utilizada, e caso tenham estado atentos às manifestações que se realizaram na última reunião dos G8 em Inglaterra, puderam decerto ver um relance desta técnica. E nós somos um país privilegiado para a realização desta pequena táctica, porquê? Pois bem, como decerto já repararam existem muitas espécies de contentores do lixo, mas só em Portugal é que encontro contentores que orgulhosamente exibem um pequeno autocolante, por vezes já salpicado de ricos meios de cultura para as mais diversas bactérias e outros bichinhos, que diz: “100% Aço”. Isto em oposição aos contentores que proliferam, e que são feitos de plástico.
Mas afinal como é a técnica? Pois bem, é bastante básica, tal como a violência bruta… é algo que é já instintivo, já nascemos com ela.
Vamos então imaginar. Têm uma linha de polícias de intervenção, mais do que prontos para vos dar umas valentes bastonadas, mas que receberam ordens para manter a posição, imaginemos que para evitar a progressão do motim para a zona que está atrás deles. Tudo o que têm que fazer é empurrar com todas as vossas forças e mais algumas (é obvio que aqui podem e devem contar, e se necessário recrutar, o auxilio dos vossos amigos e outros elementos do motim) e dotar o contentor de energia cinética q.b.. Depois é apenas necessário apreciar as belezas provocadas pela inércia dos objectos pesados dotados de grande velocidade! A linha pode ser quebrada, ou apenas sofrer o distúrbio necessário para que se desmorone, e upa! Sem hesitar há que avançar sobre eles, passar e por cima deles (não esquecer de espezinhar!), e avançar alegremente para o nosso objectivo.
Agora já perceberam a vantagem dos contentores de aço, certo?
Mas este método traz outras vantagens, senão vejamos. Na linha policial existem alguns elementos com espingardas com balas de borracha, e com plena autorização para as cravar em vós. O contentor do lixo serve como um bom escudo colectivo e móvel, além de arma de arremesso.
O último conselho que vos deixo é a utilização desta técnica em “higher ground” por razões lógicas…
Agora, quando olharem para um contentor do lixo, por favor, vejam-no com outros olhos.
Divirtam-se!

O corpo de Fátima Felgueiras

terça-feira, setembro 20, 2005

Naifas: Não vais acreditar no que me aconteceu...!
Pacman: Foste violado por uma velhota de 90 anos...?
Naifas: Pior! Muito pior pá! Estou zonzo, meu!!
Pacman: Foste violada por um gajo de 90 anos...?!!
Naifas: Estás a ver aquele esquema da cantina...?
Pacman: Sim!
Naifas: Não é que depois vem um sacana a correr atrás de mim... e rouba-me!!
Pacman: Estás a brincar...!
Naifas: Ó pá o bacano tinha mau aspecto... metia medo!

sábado, setembro 17, 2005

O TRUNFO DE CARRILHO

POR ALÁ!

segunda-feira, julho 25, 2005

.O CANDIDATO DE 80 ANOS

Foto de 1968
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